domingo, 19 de junho de 2011

Scholar's Mate

Caros colegas,
 
Vocês conhecem o "Scholar's Mate"?
 
Vejam o diagrama abaixo:
 
 
 
FEN : r1bqkbnr/pppp1ppp/2n5/4p2Q/2B1P3/8/PPPP1PPP/RNB1K1NR
 
Jogam as pretas.
 
Os lances iniciais foram:
 
1.e4,e5 ; 2.Qh5,Nc6 ; 3.Bc4
 
Você, jogando de pretas, que lance faria agora?
 
 
Solução:
 
[ Cuidado! Se você jogar 3.____,Nf6   ou   3.____,d6  ou   3.____,Be2  vai levar mate com 4.Qxf7++.
As únicas opções, neste caso, seriam as pretas jogarem o 3.____,g6  ou, melhor ainda, o 3.____,Qe7 pois assim a partida poderia seguir: 4.Nc3,Nd4 ; 5.Nd5,Nf6  com bom jogo para as pretas. ]
 
 
Importante:
 
 No xadrez, o "Scholar's Mate" é o xeque-mate que ocorre após os movimentos 1.e4 e5 2.Qh5 Nc6 3.Bc4 4.Qxf7 Nf6 #. Os movimentos podem ser executados em uma ordem diferente ou com ligeiras variações, mas a idéia básica - a Dama e o Bispo  combinam um ataque a f7 (ou f2, se as pretas estiverem realizando o mate) é o mesmo. Às vezes, o "Scholar's Mate" é referido como o mate do quarto movimento, embora haja outras maneiras de xeque-mate em quatro movimentos. O "Mate Pastor" e outros quatro mates rápidos são também incorretamente referidos como Fool's Mate.

sábado, 18 de junho de 2011

El mate de Legal (Kermur Sire de Légal)

Captado no blog "Ajedrez 365":

El mate de Legal (Kermur Sire de Légal)


Mate de Legal
Kermur Sire de Légal (1702-1792), era un ajedrecista asiduo del café de la Régence, el gran centro del ajedrez parisino de aquella época. Considerado el mejor ajedrecista francés de aquellos tiempos, era aficionado a jugar partidas de ataque y un excelente jugador combinativo. El mate de Legal lleva su nombre al ser Kermur Sire de Légal el responsable de haberlo llevado a la práctica por primera vez. Se trata de un mate que surge en los primeros movimientos de la apertura y cuyo principio consiste en desbloquear un caballo entregando la dama, dando mate posteriormente con las piezas menores.

El mate de Legal tuvo su primera aparición en la partida de ajedrez que enfrentó en París en 1750 a Legal y Saint-Brie, una partida que transcurrió como sigue:

Mate de Legal (posición inicial)
1. e4 e5 2. Ac4 d6 3. Cf3 Ag4 4. Cc3 g6? (ver segundo diagrama).

El desarrollo de las piezas negras ha sido un tanto caótico. Se imponía jugar 4... Cf6. Ahora las blancas disponen de una combinación que desencadenará en el mate de Legal.

5. Cxe5! Axd1??

Las blancas sacrifican la dama y las negras aceptan el reto. Lo mejor para este último bando hubiera sido capturar el caballo blanco, para que después las blancas capturasen el alfil de g4 con la dama, perdiendo por tanto sólo un peón.

Ahora las piezas menores blancas ejecutan el mate de Legal.

6. Axf7+ Re7 7. Cd5++ (ver primer diagrama)

Sin duda un mate muy estético como puede verse en el primer diagrama.

Mate de Legal (aplicación en la apertura Alapine)
El mate de Legal también puede surgir, con algunas variaciones, durante el transcurso de la apertura Alapine. Veamos un ejemplo:

1.e4 e5 2. Ce2

Es la jugada base de la apertura Alapine, una jugada débil que bloquea el alfil de f1.

2... Cf6 3. d3 Ac5 4. Ag5?

Una clavada que, como veremos a continuación, no es tal clavada.

4... Cxe4!

Las negras ignoran la clavada.

5. Axd8??

Las blancas tenían que haberse resignado a perder el peón y jugar 5. dxe4 Dxg5.

5... Axf2++ (ver tercer diagrama).

Difícilmente veremos en una partida de ajedrez magistral un mate como este, pero no por ello deja de tener valor didáctico.

Mate de Legal (aplicación en la partida de ajedrez Huber vs. Lemke)
Otra partida de ajedrez en la que se produjo una variación del mate de Legal, fue en la disputada entre Huber y Lemke en Essen en 1936. Tras algunas jugadas la partida alcanzó la posición del diagrama, llegado este momento Huber remató la partida como sigue:

1. Cxe5 Axd1

Si 1... Cxe5 2. Dxh5 o 1... Dh4 2. De1 con clara ventaja blanca.

2. Axf7+ Re7 3. Ag5+ Rd6 4. Ce4+

Mejor que 4. Axd8 Cxd8.

4... Rxe5

Si 4... Rc7 5. Axd8+ Txd8 6. Cxc6 Rxc6 7. Taxd1 con clara ventaja de las blancas.

5. f4+ Rd4

Si 5... Rf5 6. Cg3++.

6. Taxd1 Re3 7. Tf3+ Re2 8. Td2+

Aquí Huber dejó escapar el mate directo con 8. Cc3++, pero es muy probable que le causara cierto morbo y placer estético dar mate al rey contrario en la primera fila, después de haberle hecho cruzar todo el tablero.

8... Re1 9. Tf1++.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Teste

Caros colegas,
 
Vocês conhecem os apelidos dos jogadores famosos?
Então relacione a numeração da lista superior com as letras da lista inferior:
 
1.Edward Lasker
2.Richard Teichmann
3.Carl Schlechter
4.Mikhail Tahl
5.Alexandre Petrov
6.Joseph Henry Blackburne
 
a.O Rei dos Empates
b.O Phillidor do Norte
c.A Viúva Negra
d.Ricardo V
e.O Estrategista
f.O Mago de Riga

terça-feira, 14 de junho de 2011

terça-feira, 7 de junho de 2011

Unorthodox Openings

Caros colegas,
 
Tive acesso ao livro "Unorthodox Openings", edição de 1987, cujos autores são Joel Benjamim e Eric Schiller.
Alguns trechos que me chamaram a atenção na introdução deste livro, são reproduzidos a seguir:
 
"O xadrez é um jogo. É jogado, principalmente, por diversão, como uma maneira de usar um pouco de nosso tempo de lazer.
É também uma forma de dissipar as frustrações e os sentimentos agressivos que poderiam ser libertados de maneiras menos agradáveis, tais como as guerras (nas estrelas ou nucleares - a sua escolha).
Um jogador de xadrez se satisfaz com armamento bem mais simples - um novo jogo de peças ou um relógio de tecnologia avançada.
Alguns jogadores apenas obtém satisfação ao ver seus pontos conseguidos na tabela de classificação de um torneio, ou em ver seu rating aumentando lista após lista.
Outros jogam pela "satisfação interna", sempre buscando sua "partida da vida", que será publicada em antologias de xadrez, garantindo, assim, sua "imortalidade".
E alguns simplesmente gostam de mergulhar no jogo para escapar das pressões do dia-a-dia do século 20.
O grupo de jogadores que frequentemente empregam aberturas heterodoxas, possuem um pouco de cada um dos grupos acima  referidos.
Os primeiros são representados por aqueles jogadores que utilizam as aberturas heterodoxas na esperança de que o choque psicológico vai enervar os adversários, forçando-os aos erros que os levarão à derrota.
Os segundos buscam a imortalidade através do desenvolvimento de uma idéia de abertura que só poderia "vingar" se fosse jogada pelos mestres, a quem eles ficariam eternamente gratos.
Os últimos desfrutam de uma sensação de segurança, pois não precisam memorizar inúmeras variantes e são econômicos em não precisar assinar muitas revistas e publicações de xadrez para acompanhar a "evolução mais recente".
 
O livro é dividido em três partes, que os autores denominam, respectivamente de: "O Bom" ; "O Mal" e "O Feio".
Cada uma destas partes possuem variantes que mostram:
- aberturas sem 1.d4 ou 1.e4 (para as brancas)
- aberturas sem 1.d4 ou 1.e4 (para as pretas)
- aberturas com 1.e4 (para as brancas)
- aberturas com 1.e4 (para as pretas)
- aberturas com 1.d4 (para as brancas)
- aberturas com 1.d4 (para as pretas)
 
Em outro trecho da introdução, os autores escrevem:
 
"Quando se vê análises de partidas feitas por jogadores iniciantes, é sempre interessante ver como eles "contam pontos".
A única "prova" aceitável de que uma posição é melhor ou pior, é uma série de variantes concretas que levam à vantagem de material ou ao mate. Nada mais do que isso!
Este tipo de raciocínio, muitas vezes aparece em textos que abrangem aberturas não ortodoxas, especialmente quando as contribuições são feitas por "não mestres".
Quando se vê análises "post-mortem" de torneios internacionais, entretanto, encontra-se um tipo muito diferente de postura.
Muitas vezes, quando alguns poucos movimentos foram feitos no tabuleiro, já se ouve comentários sobre planos abstratos, com considerações como "controle do centro"; "par de Bispos"; "estrutura de peões"; "chances de ataques"; etc.
O mestre sabe que alguns destes fatores (por exemplo a "estrutura de Peões") são de natureza permanente, enquanto que outros (por exemplo a "chance de ataque") são mais transitórias.
O mestre não avalia uma posição olhando somente para as aspectos concretos desta, mas sim, ponderando os detalhes positivos e negativos existentes.
Desta forma, um mestre não irá tentar alegar que 1.h4 é uma má jogada simplesmente pelo caminho que leva, forçosamente, à perda de material, mas sim por constatar que o lance em nada contribui para os objetivos das brancas na abertura."
 
Para as considerações dos colegas....!!!

Mate em um ganha a partida?

Caros colegas,
 
Um caso interessante de arbitragem para nossa reflexão:
 
Por el A.I. Leandro Plotinsky
 
Son muchos los ajedrecistas que realizan reclamos sobre puntos que están muy claros en el reglamento. El desconocimiento del mismo ó la "tradición boca a boca" son los responsables.
Hoy presento un interesante caso que involucró a fuertes jugadores -un MF y un MI- y que tuvo lugar en uno de los últimos torneos que arbitré. Es un frecuente ejemplo de reclamo infundado y deducido por la mencionada "tradición".
En una partida a 15 minutos por jugador, el Maestro FIDE con piezas negras tiene una posición de medio juego claramente ganadora. También tiene un gran apuro de tiempo ya que le quedan alrededor de sólo 20 segundos para terminar.
Al Maestro Internacional, en posición perdida con blancas, le quedaban más de 10 minutos en su reloj. La partida continúa y el negro juega rápidamente y realiza una jugada con la que se llega a una posición donde seguramente en pocas jugadas (y pocos segundos) dará jaque mate. Mientras el jugador de negras esperaba confiado la respuesta de su rival, el MI invierte unos 6 minutos pensando la posición. Algunos espectadores podrían haber pensado que estaba evaluando si abandonaba...
De repente el Blanco juega muy rápidamente dando una gran cantidad de jaques, con sacrificio de piezas. Primero entrega la dama, luego un caballo y después una torre con lo que aleja a las piezas negras del eventual mate que le amenazaban pero quedando igualmente perdido ya que, después de comer todas las piezas sacrificadas las negras llegaron a una posición en la que el Blanco no podía evitar el jaque mate en una jugada.
En ese instante el jugador de piezas blancas señala la caída de aguja de su rival, y por lo tanto gana la partida. Inmediatamente el jugador de piezas negras reclama que tiene jaque mate inevitable en una jugada y que por lo tanto "no puede perder".
Luego de escuchar su reclamo le mostré el reglamento. Está muy claro que perdió su partida.
  1. Gana la partida el jugador que da jaque mate al rey rival con una jugada legal. Esto termina inmediatamente la partida.
    Comentario: al no realizar la jugada que daba mate la partida no había terminado. Recordamos que en este ritmo el jugador de Negras hubiera podido reclamar tablas antes de que caiga su aguja ya que:

  2. Si a un jugador le quedan menos de dos minutos en su reloj, puede reclamar tablas antes de que caiga su aguja.
    Debe detener los relojes y convocar al arbitro.
    Si el árbitro esta convencido que el rival no se esfuerza por ganar la partida por medios normales, declarará tablas la partida. De otra manera postergará su decisión.

Comentario: Sobre este último punto, era muy claro que el Blanco sólo pretendía ganar por tiempo ya que no podía ni se esforzaba en ganar la partida por medios normales. Al no hacer el reclamo antes de que caiga su aguja, el Negro se privó de las tablas que, sin dudas, le hubiera otorgado.

En próximas notas contaremos otras anécdotas de hechos acontecidos con el objetivo de ir aclarando distintos puntos del reglamento, a si como también ver algunas interpretaciones del mismo.

Moraleja: Mate en una no gana la partida.

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