quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ataques ao roque - parte 2



Em todos os casos de debilidade do roque mostrados anteriormente, o adversário poderá utilizar um ataque frontal ao Rei, com esquemas variáveis para cada um dos casos.
Esses roques débeis devem ser evitados, o máximo possível, pelos que se iniciam no xadrez.
Contudo, durante uma partida, não é fácil manter cinco de nossas peças inertes no tabuleiro.
A Torre, por exemplo, frequentemente é chamada a agir na coluna e, o Cavalo de f3 ou f6 desloca-se com facilidade e os avanços dos Peões f2 (ou f7) e h2 (ou h7) é usual em algumas aberturas.
A debilidade do roque deixa de existir, desde que o adversário não disponha de peças para aproveitá-la ou quando este aproveitamento torna-se impossível.
Porém, é sempre útil manter a estrutura do roque quando não se tem nenhum plano em vista, ou quando o adversário toma a iniciativa do ataque através da ala do Rei.
Vejamos os ataques contra o roque.
Eles são classificados da seguinte maneira:
 
1. Ataques na coluna h aberta (falta o Peão h);
2. Ataques na coluna g aberta (falta o Peão g);
3. Ataques na diagonal aberta (falta o Peão f);
4. Ataques ao Peão h2 ou h7 (falta o Cavalo em f3 ou f6);
5. Ataques ao Peão f2 ou f7 (falta a Torre em f1 ou f8);
6. Ataques devidos ao avanço do Peão g;
7. Ataques devidos ao avanço do Peão h.
 
Com frequência essas debilidades se juntam, tornando-se o roque um alvo mais fácil de ser atacado.
 

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