quinta-feira, 13 de maio de 2010

O xadrez como disciplina escolar

O xadrez como disciplina escolar
Coluna Xeque Mate, Dr. Gilmar Machado
Muito se tem falado sobre a introdução do ensino do xadrez como matéria curricular em nossas escolas, a exemplo do que ocorre na Rússia, segundo Charles Partos, mestre internacional e professor do departamento da instrução pública do cantão do Valais (Suíça), o aprendizado e a prática do xadrez desenvolvem várias habilidades:1.      Atenção e concentração;2.      O julgamento e o planejamento;3.      A imaginação e a antecipação;4.      A memória;5.      . A vontade de vencer, a paciência e o autocontrole;6.      O espírito de decisão e a coragem;7.      A lógica matemática, o raciocínio analítico e sintético;8.      criatividade;9.      A inteligência10. A organização metódica do estudo e o interesse pelas línguas estrangeiras 
Entretanto, o imenso mérito do xadrez é que ele responde a uma das preocupações fundamentais do ensino moderno: dar a possibilidade de cada  aluno  progredir  segundo  seu  próprio  ritmo,  valorizando  assim a motivação pessoal do escolar.Piaget mostrou quais eram as etapas da formação da inteligência da criança.  Observando-se grupos de crianças jogando xadrez constata-se que os progressos atingidos nestas etapas seguem ritmos extremamente diferentes, o que  permite  concluir  da  importância  de  se  aplicar   uma pedagogia  de  níveis preferencialmente a uma pedagogia orientada para classes da mesma idade.Enfim, numa  época  onde  o  sonho  confesso  de  uma  revolução pedagógica  é  aquele  de  eliminar  a  barreira professor-aluno, é preciso reconhecer  no  xadrez  esta  virtude:  ele não  aceita  nem o respeito da idade nem aquele da notoriedade. O ensino enxadrístico pode inverter a relação professor-aluno, colocando em xeque as hierarquias instituídas na sala de aula.Experiências realizadas em diversos países demonstram que o xadrez, quando utilizado  como  terapia ocupacional,  contribui  para a reinserção familiar e social de crianças, adolescentes e mesmo adultos infratores ou em liberdade assistida.Além disso, quando ele é introduzido nas classes de baixo rendimento escolar, auxilia ao desenvolvimento do sentimento de autoconfiança visto que apresenta uma  situação  na  qual  os alunos têm a oportunidade de descobrir uma atividade onde podem se destacar e paralelamente progredir em outras disciplinas acadêmicas.essos atingidos nestas etapas seguem ritmos extremamente diferentes, o que  permite  concluir  da  importância  de  se  aplicar   uma pedagogia  de  níveis preferencialmente a uma pedagogia orientada para classes da mesma idade.
Enfim, numa  época  onde  o  sonho  confesso  de  uma  revolução pedagógica  é  aquele  de  eliminar  a  barreira professor-aluno, é preciso reconhecer  no  xadrez  esta  virtude:  ele não  aceita  nem o respeito da idade nem aquele da notoriedade. O ensino enxadrístico pode inverter a relação professor-aluno, colocando em xeque as hierarquias instituídas na sala de aula.Experiências realizadas em diversos países demonstram que o xadrez, quando utilizado  como  terapia ocupacional,  contribui  para a reinserção familiar e social de crianças, adolescentes e mesmo adultos infratores ou em liberdade assistida.Além disso, quando ele é introduzido nas classes de baixo rendimento escolar, auxilia ao desenvolvimento do sentimento de autoconfiança visto que apresenta uma  situação  na  qual  os alunos têm a oportunidade de descobrir uma atividade onde podem se destacar e paralelamente progredir em outras disciplinas acadêmicas.

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